E quem disse que os banners não funcionam?
Maio 20, 2007
Um estudo realizado pela Universidade de Chicago concluiu que a exibição de banners deixa uma impressão mental, mesmo quando os usuários não estão prestando atenção.
A maioria das exposições ocorre quando os usuários estão com a atenção voltada para outros assuntos (lendo notícias, esperando iniciar um programa na televisão ou esperando carregar um site).
Entretanto, conforme a campanha vai aumentando a freqüência, os usuários inconscientemente aceitam a marca. Isto ocorre porque a repetição leva à familiaridade, que por sua vez traz sentimentos positivos em relação à marca, concluem os pesquisadores.
Além da associação positiva com a marca conforme a freqüência de exposição aumenta, os participantes apresentaram alto grau de tolerância aos banners – até mesmo aos que não eram segmentados para o usuário. O mais notável foi que, mesmo com 20 exposições, os banners não criaram efeitos negativos nos usuários.
O estudo, entitulado “An Examination of Different Explanations for the Mere Exposure Effect”, aparece no Journal of Consumer Research de junho.
Fonte: Predicta NaMedida | publicado em
Entry Filed under: Marketing online. .
1 Comment Add your own
Leave a Comment
Some HTML allowed:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>
Trackback this post | Subscribe to the comments via RSS Feed
marcelonamura@gmail.com
marcelonamura@hotmail.com
marcelonamura
Del.icio.us
Google Bookmarks
Yahoo Bookmarks




1.
André | Novembro 14, 2007 at 4:35 pm
Tudo bem, acho que isso é quase que um efeito colateral positivo, mas provavelmente escapa da função básica que quem faz o banner tem em mente: De ele ser clicado.
Se formos considerar a exposição como algo positivo (e tudo bem que é), temos que levar em conta também as cerca de 20.000 outras exposições que cada pessoa tem por dia (outdoor, rádio, tv, e-mail, etc), a concorrência no nível de simples exposição é alta.